Sábado, Fevereiro 24, 2007
Segunda-feira, Setembro 11, 2006
Quinta-feira, Junho 08, 2006
Plastic Man, Paper Face
Candy Heart, What A Waste
Gotta Change, Set A Date
Eat My Cake, Lick My Plate
Stare At Me With Empty Eyes
And Point Your Words At Me
Mirror On The Wall Will Show You
What You're Scared To See
(alice in chains - "hate to feel")
Candy Heart, What A Waste
Gotta Change, Set A Date
Eat My Cake, Lick My Plate
Stare At Me With Empty Eyes
And Point Your Words At Me
Mirror On The Wall Will Show You
What You're Scared To See
(alice in chains - "hate to feel")
Sábado, Maio 20, 2006
Why swim the channel just to get this far?
Halfway there, why would you turn around?
wise eddie vedder...
Halfway there, why would you turn around?
wise eddie vedder...
Terça-feira, Maio 09, 2006
"'Cause I'm stuck forever
Stuck in your mind, your mind, your mind"
(já disse pete doherty em "fuck forever")
Stuck in your mind, your mind, your mind"
(já disse pete doherty em "fuck forever")
Quarta-feira, Maio 03, 2006
...cansando...
e quando percebi, a mesma reação vaga, lacônica e acomodada se repetiria no gostar, desgostar e até mesmo na indiferença
Sábado, Abril 15, 2006
You, You Are So Special
You Have The Talent
ToMake Me Feel Like Dirt
And You, You Use Your Talent
To Dig Me Under
And Cover Me With Dirt
(alice in chains)
You Have The Talent
ToMake Me Feel Like Dirt
And You, You Use Your Talent
To Dig Me Under
And Cover Me With Dirt
(alice in chains)
Segunda-feira, Abril 10, 2006
e outro dedicou a mim!
I am a bird girl now
I've got my heart
Here in my hands now
I've been searching
For my wings some time
I'm gonna be born
Into soon the sky
'Cause I'm a bird girl
And the bird girls go to heaven
I'm a bird girl
And the bird girls can fly
Bird girls can fly
(antony and the johnsons)
I've got my heart
Here in my hands now
I've been searching
For my wings some time
I'm gonna be born
Into soon the sky
'Cause I'm a bird girl
And the bird girls go to heaven
I'm a bird girl
And the bird girls can fly
Bird girls can fly
(antony and the johnsons)
you´ve got the women waiting in line
i´m not asking you to make up your mind
but I can make you happy at least now and then
(garbage)
i´m not asking you to make up your mind
but I can make you happy at least now and then
(garbage)
Quinta-feira, Abril 06, 2006
o tempo está do meu lado
um dia você vai olhar prá trás
e vai ver que eu era o bicho
você não desconfiou
que pena, que desperdício
(cachorro grande)
e vai ver que eu era o bicho
você não desconfiou
que pena, que desperdício
(cachorro grande)
Quinta-feira, Março 23, 2006
Quarta-feira, Março 22, 2006
alguns nomes de discos incriveis:
- whatever people say I am that´s what I´m not (arctic monkeys)
- fuck forever (babyshambles)
- fake can be just as good (blonde redhead)
- clap your hands say yeah! (clap your hands say yeah!)
- you´re a woman, i´m a machine (death from above 1979)
- wild, wonderful purgatory (karma to burn)
- the best little secrets are kept (louis XIV)
- when it´s all over we still have to clear up (snow patrol)
- in utero (nirvana)
- the weight is a gift (nada surf)
- clouds taste metallic (flaming lips)
- everything sucks (descendents)
Domingo, Março 12, 2006
Sexta-feira, Março 03, 2006
adoro minha vida
simplicidades excepcionais
ler as bobeiras escritas nas portas dos banheiros
mexer no meu próprio cabelo
olhar pelas janelas
beber água direto da garrafa
sentir meu próprio cheiro
transformar arroz, feijão, carne moída e purê numa papa só no prato
abraçar
sentar com os pés na cadeira
emprestar livros e cds que eu gosto
receber livros e cds que eu gosto de volta
pipoca com fondor
decorar as letras das músicas
rir
chorar
xingar
escrever infantilidades
escrever coisas bacanas
cabelo molhado
coçar mesmo sem estar coçando
óculos tortos
ouvir música no fone de ouvido
assistir shows no meio da galera
deixar a catraca bater na bunda
fixar o olho num ângulo novo
palavras novas
usar bota sem salto
skol com limão e sal
segurar no dedo de algumas pessoas
pizza de muzzarela com azeite e pimenta do reino
desembrulhar um cd, dvd ou livro novo
beijo de língua
beijar alguém que eu gosto na bochecha de verdade
contar novidades
ler as bobeiras escritas nas portas dos banheiros
mexer no meu próprio cabelo
olhar pelas janelas
beber água direto da garrafa
sentir meu próprio cheiro
transformar arroz, feijão, carne moída e purê numa papa só no prato
abraçar
sentar com os pés na cadeira
emprestar livros e cds que eu gosto
receber livros e cds que eu gosto de volta
pipoca com fondor
decorar as letras das músicas
rir
chorar
xingar
escrever infantilidades
escrever coisas bacanas
cabelo molhado
coçar mesmo sem estar coçando
óculos tortos
ouvir música no fone de ouvido
assistir shows no meio da galera
deixar a catraca bater na bunda
fixar o olho num ângulo novo
palavras novas
usar bota sem salto
skol com limão e sal
segurar no dedo de algumas pessoas
pizza de muzzarela com azeite e pimenta do reino
desembrulhar um cd, dvd ou livro novo
beijo de língua
beijar alguém que eu gosto na bochecha de verdade
contar novidades
Quinta-feira, Março 02, 2006
eu
ambivalente
1 relativo a ambivalência; em que há ambivalência
2 que carrega em si dois valores ou poderes contrários ou não
ambivalência
1 estado, condição ou caráter do que é ambivalente, do que apresenta dois componentes ou valores de sentidos opostos ou não
2 existência simultânea, e com a mesma intensidade, de dois sentimentos ou duas idéias com relação a uma mesma coisa e que se opõem mutuamente
3 ambigüidade ('hesitação')
4 coexistência ou aparição simultânea, na relação com o mesmo objeto, de tendências, atitudes e sentimentos opostos, basicamente amor e ódio
1 relativo a ambivalência; em que há ambivalência
2 que carrega em si dois valores ou poderes contrários ou não
ambivalência
1 estado, condição ou caráter do que é ambivalente, do que apresenta dois componentes ou valores de sentidos opostos ou não
2 existência simultânea, e com a mesma intensidade, de dois sentimentos ou duas idéias com relação a uma mesma coisa e que se opõem mutuamente
3 ambigüidade ('hesitação')
4 coexistência ou aparição simultânea, na relação com o mesmo objeto, de tendências, atitudes e sentimentos opostos, basicamente amor e ódio
Domingo, Fevereiro 26, 2006
"olhares dispersos, mentes confusas" nara!
Eu lembro que tinha uma música de acampamento quando eu era criança que dizia algo como “estava a mosca em seu lugar / veio “não-sei-quem” lhe atentar”
Pois é.
Eu tava aqui em meu lugar. Veio “não-sei-quem” me atentar.
Saco!
Pois é.
Eu tava aqui em meu lugar. Veio “não-sei-quem” me atentar.
Saco!
Quarta-feira, Fevereiro 22, 2006
Bono para presidente da ONU. PT para o Leão de Ouro em Cannes. E Franz Ferdinand pra festa!
Ai né... (como diria o Djoh) eu acabei no Morumbi hoje.
Depois de alguns “vou” / “não vou”, fui. Chegamos em cima para o Franz Ferdinand. O som tava meio ruim. Guitarra estourada, vocal distante, baixo difícil de achar mas bateria bombando. Os caras são bons! E isso não é porque eu já gostava deles antes, é porque eles seguraram um show pra umas 50 mil pessoas que não tavam ali por eles. Em determinado momento começaram a se atropelar e foi perceptível o nervosismo geral da banda, mas para a grande maioria que não sabia muito bem de quem se tratava, foi bom. Foi animado. Disseram que na primeira noite o Alex Kapranos não conversou com o público. Hoje ele tentou, mas a má qualidade do som e o sotaque britânico dificultaram bastante a comunicação. Um show esperto. “What do you want” colada em “Take me out” levantou a galera e elucidou muita gente. Não foi incrível. Não era esperado que fosse incrível. Não poderia ser incrível dadas as circunstancias. Poderia ter sido foda se acontecesse no Palace, ou Via Funchal.
Eu já fui fã do U2. Eu já assisti “Rattle and Hum” incontáveis vezes. Eu, inclusive, troquei minha VHS por um DVD. Acho as músicas até “Achtung Baby” excelentes. Achei a POP Mart fodona. Achei o The Edge “muito” guitarrista. E já achei o Bono admirável.
Já não sou mais fã há alguns anos. O DVD do “Rattle and Hum” é mais fator histórico com teias de aranha do que atividade freqüente na minha vida. Tenho dúvidas no “POP” e no “Zooropa”. Não gostei do “All that you can leave behind”. Não fui com a cara do “How to dismantle an atomic bomb” (não considero “the best of” relevante nesse momento). Mas o show... Aliás, o espetáculo...
Foi igual ao mostrado na TV na noite anterior. Set list, ações dos integrantes, resposta do público etc... Igualmente previsível. Igualmente demagogo. Não é um show de música. É um espetáculo de som, emoção, imagem, política e performance; tudo cronometrado, coreografado, cansativo. Bono pareceu-me o rei do egocentrismo. Concordo que deve ser perturbador ouvir 75 mil pessoas aproximadamente chamando por você. Mas o pregador da paz, da igualdade, o panfletário dos direitos humanos não pode chamar um espetáculo deste tamanho, num País como o Brasil, de “nossa festa particular”. Festa cara para 98% dos presentes, particular apenas a sintonia entre eles.
Bono é emo e petista. Ele chora nas baladas. Se passa por fofo com as “Katilce”s (nome da mina que beijou o vocalista em “With or Without” no primeiro show). Ele pede paz entre as religiões. Pede para que todos se juntem em prol da erradicação da fome no mundo. Se mostra disposto na busca de um Brasil melhor (?). Dispõe Bush no telão ao lado do nosso presidente. Faz referências a alguns estados brasileiros como o Amapá (? novamente). Expõe a declaração dos direitos humanos no impressionante telão. Fala de Gilberto Gil e de como eles amam o Brasil.
Bono cansou. Foi triste notar que ele cansou alguns fãs inclusive. Uma mistura de entretenimento com política hipócrita. Uma grande campanha do governo.
Eu poderia me sentir lesada, mas de uma coisa não se pode duvidar, os caras tocam. Num clubinho restrito ou num estádio super lotado, eles são impecáveis. O recheio com músicas antigas perdoava muita coisa. Mas o U2 não é mais o U2. E, comentários corridos nos bastidores, Bono é o Sting da nova geração.
(Ah! Como uma fã invadiu o palco antes da hora, uma rotina de anos foi quebrada e não tivemos Bono cantando no colo de nenhuma fã deslumbrada em "With or Without you" - Isso foi bom!)
(Ah!2 Fomos embora antes do início do segundo bis. Assim, eu, Duda e Alvaro Pereira Jr não assistimos ao show do U2 inteiro.)
(Ah!3 Eu não gosto do Alvaro Pereira Jr. É só uma coisa em comum que tenho com ele...)
Depois de alguns “vou” / “não vou”, fui. Chegamos em cima para o Franz Ferdinand. O som tava meio ruim. Guitarra estourada, vocal distante, baixo difícil de achar mas bateria bombando. Os caras são bons! E isso não é porque eu já gostava deles antes, é porque eles seguraram um show pra umas 50 mil pessoas que não tavam ali por eles. Em determinado momento começaram a se atropelar e foi perceptível o nervosismo geral da banda, mas para a grande maioria que não sabia muito bem de quem se tratava, foi bom. Foi animado. Disseram que na primeira noite o Alex Kapranos não conversou com o público. Hoje ele tentou, mas a má qualidade do som e o sotaque britânico dificultaram bastante a comunicação. Um show esperto. “What do you want” colada em “Take me out” levantou a galera e elucidou muita gente. Não foi incrível. Não era esperado que fosse incrível. Não poderia ser incrível dadas as circunstancias. Poderia ter sido foda se acontecesse no Palace, ou Via Funchal.
Eu já fui fã do U2. Eu já assisti “Rattle and Hum” incontáveis vezes. Eu, inclusive, troquei minha VHS por um DVD. Acho as músicas até “Achtung Baby” excelentes. Achei a POP Mart fodona. Achei o The Edge “muito” guitarrista. E já achei o Bono admirável.
Já não sou mais fã há alguns anos. O DVD do “Rattle and Hum” é mais fator histórico com teias de aranha do que atividade freqüente na minha vida. Tenho dúvidas no “POP” e no “Zooropa”. Não gostei do “All that you can leave behind”. Não fui com a cara do “How to dismantle an atomic bomb” (não considero “the best of” relevante nesse momento). Mas o show... Aliás, o espetáculo...
Foi igual ao mostrado na TV na noite anterior. Set list, ações dos integrantes, resposta do público etc... Igualmente previsível. Igualmente demagogo. Não é um show de música. É um espetáculo de som, emoção, imagem, política e performance; tudo cronometrado, coreografado, cansativo. Bono pareceu-me o rei do egocentrismo. Concordo que deve ser perturbador ouvir 75 mil pessoas aproximadamente chamando por você. Mas o pregador da paz, da igualdade, o panfletário dos direitos humanos não pode chamar um espetáculo deste tamanho, num País como o Brasil, de “nossa festa particular”. Festa cara para 98% dos presentes, particular apenas a sintonia entre eles.
Bono é emo e petista. Ele chora nas baladas. Se passa por fofo com as “Katilce”s (nome da mina que beijou o vocalista em “With or Without” no primeiro show). Ele pede paz entre as religiões. Pede para que todos se juntem em prol da erradicação da fome no mundo. Se mostra disposto na busca de um Brasil melhor (?). Dispõe Bush no telão ao lado do nosso presidente. Faz referências a alguns estados brasileiros como o Amapá (? novamente). Expõe a declaração dos direitos humanos no impressionante telão. Fala de Gilberto Gil e de como eles amam o Brasil.
Bono cansou. Foi triste notar que ele cansou alguns fãs inclusive. Uma mistura de entretenimento com política hipócrita. Uma grande campanha do governo.
Eu poderia me sentir lesada, mas de uma coisa não se pode duvidar, os caras tocam. Num clubinho restrito ou num estádio super lotado, eles são impecáveis. O recheio com músicas antigas perdoava muita coisa. Mas o U2 não é mais o U2. E, comentários corridos nos bastidores, Bono é o Sting da nova geração.
(Ah! Como uma fã invadiu o palco antes da hora, uma rotina de anos foi quebrada e não tivemos Bono cantando no colo de nenhuma fã deslumbrada em "With or Without you" - Isso foi bom!)
(Ah!2 Fomos embora antes do início do segundo bis. Assim, eu, Duda e Alvaro Pereira Jr não assistimos ao show do U2 inteiro.)
(Ah!3 Eu não gosto do Alvaro Pereira Jr. É só uma coisa em comum que tenho com ele...)
Terça-feira, Fevereiro 21, 2006
“Mesmo com um mega show pra entrar no ar, a Globo não deixa de exibir o Big Brother”. Ouvi essa frase no trabalho hoje. Realmente. A Globo decepciona cada vez mais.
Eu não assisti o show do Rolling Stones no sábado. Não gosto de ver show no Rio, mesmo sendo pela TV. O U2 hoje era imperdível.
Mas a Globo...
A produção da banda irlandesa continua surpreendente, e eu – que tinha certeza do fracasso deste show – tenho que dar o braço a torcer: foi um puta show! Mega show! Tudo era impressionante. A estrutura, o telão, a banda, a grandiosidade do espetáculo. Mas a Globo cagou! E como!
Logo no início da transmissão – que não foi ao vivo – entra a voz do Zeca Camargo contando rapidamente a história da banda enquanto o “Globocop” mostrava uma imagem preta do estádio. Tava todo apagado! A banda já estava no palco com o The Edge fazendo a introdução da abertura. Enquanto isso, a Globo mostrava o estádio apagado, do alto de um helicóptero e – além de bloquear a visão – o histórico cantado pelo Zeca Camargo impedia aos pobres (porque se eu tivesse grana tinha comprado ingresso) telespectadores de ouvir as primeiras notas do show.
Passado o momento “Cala a boca Zeca Camargo!”, quando parecia que a grande transmissão do rock global ia começar a valer, eis que surge... LEGENDAS!!!! Legendas das músicas do U2!!!! Pior que isso foi a falta delas em alguns momentos. Ou põe em tudo, ou não coloca em lugar nenhum, certo? Em “Stuck in a Moment” elas sumiram. Durante um pedido de paz entre as religiões, ela sumiu. Apesar de a mensagem dos direitos humanos ter a tradução no telão, devido aos cortes, não era possível ler o tempo todo – cadê a legenda?
Fora os probleminhas de áudio e câmeras descontroladas, pulando mais que groupie de porta de hotel, foi um show de hits. A volta do que chamam de U2 rock n´roll. Com a tradicional e previsível fã no palco abraçando o Bono em “With or Without you”.
Exceção à Globo, foi imperdível. Ao vivo, pela TV, pela Internet valeu a pena. Eu ganhei um ingresso pra amanhã. Não sei se consigo ir. Droga!
(Nem vou comentar os intervalos comercias né! )
Eu não assisti o show do Rolling Stones no sábado. Não gosto de ver show no Rio, mesmo sendo pela TV. O U2 hoje era imperdível.
Mas a Globo...
A produção da banda irlandesa continua surpreendente, e eu – que tinha certeza do fracasso deste show – tenho que dar o braço a torcer: foi um puta show! Mega show! Tudo era impressionante. A estrutura, o telão, a banda, a grandiosidade do espetáculo. Mas a Globo cagou! E como!
Logo no início da transmissão – que não foi ao vivo – entra a voz do Zeca Camargo contando rapidamente a história da banda enquanto o “Globocop” mostrava uma imagem preta do estádio. Tava todo apagado! A banda já estava no palco com o The Edge fazendo a introdução da abertura. Enquanto isso, a Globo mostrava o estádio apagado, do alto de um helicóptero e – além de bloquear a visão – o histórico cantado pelo Zeca Camargo impedia aos pobres (porque se eu tivesse grana tinha comprado ingresso) telespectadores de ouvir as primeiras notas do show.
Passado o momento “Cala a boca Zeca Camargo!”, quando parecia que a grande transmissão do rock global ia começar a valer, eis que surge... LEGENDAS!!!! Legendas das músicas do U2!!!! Pior que isso foi a falta delas em alguns momentos. Ou põe em tudo, ou não coloca em lugar nenhum, certo? Em “Stuck in a Moment” elas sumiram. Durante um pedido de paz entre as religiões, ela sumiu. Apesar de a mensagem dos direitos humanos ter a tradução no telão, devido aos cortes, não era possível ler o tempo todo – cadê a legenda?
Fora os probleminhas de áudio e câmeras descontroladas, pulando mais que groupie de porta de hotel, foi um show de hits. A volta do que chamam de U2 rock n´roll. Com a tradicional e previsível fã no palco abraçando o Bono em “With or Without you”.
Exceção à Globo, foi imperdível. Ao vivo, pela TV, pela Internet valeu a pena. Eu ganhei um ingresso pra amanhã. Não sei se consigo ir. Droga!
(Nem vou comentar os intervalos comercias né! )
Terça-feira, Janeiro 31, 2006
Grunge
Woody Harrelson devia fazer o Layne Stanley no cinema
*****
sou kurt
"...dá a entender seus desejos gritando alto no começo, depois chorando, se a primeira técnica não funcionar..."
"...foi legal saber que as pessoas gostam de você..."
"Acho que ele tinha muita dificuldade de acreditar que uma garota realmente gostasse dele..."
"Nós fomos um fiasco!"
"- ansiava por sua aceitação, ainda que frequentemente se sentisse inadequado..."
"Too many humans"
(trechos do livro "Heavier than heaven" - Charles R. Cross)
*****
sou kurt
"...dá a entender seus desejos gritando alto no começo, depois chorando, se a primeira técnica não funcionar..."
"...foi legal saber que as pessoas gostam de você..."
"Acho que ele tinha muita dificuldade de acreditar que uma garota realmente gostasse dele..."
"Nós fomos um fiasco!"
"- ansiava por sua aceitação, ainda que frequentemente se sentisse inadequado..."
"Too many humans"
(trechos do livro "Heavier than heaven" - Charles R. Cross)
Domingo, Janeiro 22, 2006
Querem acabar comigo, Roberto
Eu não gosto do verão. A música do verão, o ar abafado e parado, a pele cada vez mais melecada, aquelas pessoas que ficam alegres demais nessa época do ano, as férias, o excesso – e por vezes a escassez – de trabalho. É tudo too much no verão. Até então a cerveja e a possibilidade de um mergulho no mar eram as únicas vantagens da temperatura absurda que aumenta a cada ano.
O verão de 2006 demonstrou-se importante. Além de muitos acontecimentos, mudanças e regressões necessárias. Dois mil e seis tem Franz Ferdinand, que não irei (infelizmente), terá Oasis, Supergrass, Rolling Stones e mais algumas promessas de que tudo pode ficar ainda melhor.
Baby Doll de Nylon
Daí então fui num showzinho de domingo a noite na Fun House com um amigo novo que o verão me deu.
De repente sobem apenas um DJ e uma moça no palco. Torci o nariz porque cantor (a) com DJ pra mim não é show, é praticamente uma performance. E eu não sou muito chegada em performances. Mas aquela moça usava um vestido vermelho (talvez fosse rosa, já faz algum tempo), uma peruca preta com coque, uma coroa prateada, um batom vermelho demais e, nos pés, tênis de boxe brancos. MEU DEUS!!!! O que era aquilo?
A cortina de veludo vermelha do fundo do palco, as paredes com quadrados pretos e brancos e aquela figura, agora com o vestido preso na calcinha deixando a saia num formato mais bolo que já era… O verão 2006 começou a ser salvo ali. "Baby doll de nylon combina com você" e outras pérolas, o globo de luz e a fumaça deixavam aquele ambiente todo cada vez mais com a cara do baile de formatura de high schooll americana, com uma rainha decadente. Aquela que chuta o balde no baile, sobe no palco, põe a coroa e desbunda a cantar músicas que aqueles que a elegeram condenam. Como se a Anna Júlia se revoltasse durante as gravações do clip e apagasse essa cruz da história dos Los Hermanos.
Karine Alexandrino. Eu já tinha ouvido falar da moça – moça porque a rapariga se veste e se influencia (eu acho!) e funciona como os anos 60. Já tinha visto uma matéria ou outra em alguma revista, notinha em site, ouvido o cd passando pela mesa de alguém. Mas nunca tinha visto o show, ouvido a voz e as besteiras que saem daquele ser humano. De onde vem tanta criantividade desconexada?
Veja bem! Tudo isso é um elogio! O show de Karine vale a pena. As músicas valem a pena (apesar de ter descoberto que "baby doll de nylon" se não me engano tem letra de caetano mala veloso). E escrevo estas linhas sem conhecimento algum da causa Karine Alexandrino.
O próximo passo é ouvir os cds. Garanto que volto com notícias deles. Por enquanto, tente assistir ao show no Projeto 2 em 1 no próximo dia 29, junto com Jumbo Elektro e participação especial do Gasolines.
O verão de 2006 demonstrou-se importante. Além de muitos acontecimentos, mudanças e regressões necessárias. Dois mil e seis tem Franz Ferdinand, que não irei (infelizmente), terá Oasis, Supergrass, Rolling Stones e mais algumas promessas de que tudo pode ficar ainda melhor.
Baby Doll de Nylon
Daí então fui num showzinho de domingo a noite na Fun House com um amigo novo que o verão me deu.
De repente sobem apenas um DJ e uma moça no palco. Torci o nariz porque cantor (a) com DJ pra mim não é show, é praticamente uma performance. E eu não sou muito chegada em performances. Mas aquela moça usava um vestido vermelho (talvez fosse rosa, já faz algum tempo), uma peruca preta com coque, uma coroa prateada, um batom vermelho demais e, nos pés, tênis de boxe brancos. MEU DEUS!!!! O que era aquilo?
A cortina de veludo vermelha do fundo do palco, as paredes com quadrados pretos e brancos e aquela figura, agora com o vestido preso na calcinha deixando a saia num formato mais bolo que já era… O verão 2006 começou a ser salvo ali. "Baby doll de nylon combina com você" e outras pérolas, o globo de luz e a fumaça deixavam aquele ambiente todo cada vez mais com a cara do baile de formatura de high schooll americana, com uma rainha decadente. Aquela que chuta o balde no baile, sobe no palco, põe a coroa e desbunda a cantar músicas que aqueles que a elegeram condenam. Como se a Anna Júlia se revoltasse durante as gravações do clip e apagasse essa cruz da história dos Los Hermanos.
Karine Alexandrino. Eu já tinha ouvido falar da moça – moça porque a rapariga se veste e se influencia (eu acho!) e funciona como os anos 60. Já tinha visto uma matéria ou outra em alguma revista, notinha em site, ouvido o cd passando pela mesa de alguém. Mas nunca tinha visto o show, ouvido a voz e as besteiras que saem daquele ser humano. De onde vem tanta criantividade desconexada?
Veja bem! Tudo isso é um elogio! O show de Karine vale a pena. As músicas valem a pena (apesar de ter descoberto que "baby doll de nylon" se não me engano tem letra de caetano mala veloso). E escrevo estas linhas sem conhecimento algum da causa Karine Alexandrino.
O próximo passo é ouvir os cds. Garanto que volto com notícias deles. Por enquanto, tente assistir ao show no Projeto 2 em 1 no próximo dia 29, junto com Jumbo Elektro e participação especial do Gasolines.
Segunda-feira, Setembro 26, 2005
conclusões do final de semana:
- o rodrigo amarante é muito foda
- eu devo ser uma mulher que ou põe muito medo nos homens ou é chegada só nos covardes mesmo
- o show do los hermanos é muito foda
- tinha esquecido que o palace (sempre palace pra mim) é bom pra assistir show
- o maior problema dos fãs seguidores do los hermanos é que eles também são fãs daquela bandinha de nada, o Gram
- o rodrigo amarante é muito foda
- o marcelo camelo é foda
- acho que to mesmo quase apaixonada
- o show do los hermanos poderia ser uma declaração de amor muito foda
- o rodrigo amarante é muito foda
- meus dias foram salvos por frases da boca de uma pessoa em estado completamente alterado que não sabe como me fez feliz... ele é muito foda.
ah! o rodrigo amarante também é muito foda.
- o rodrigo amarante é muito foda
- eu devo ser uma mulher que ou põe muito medo nos homens ou é chegada só nos covardes mesmo
- o show do los hermanos é muito foda
- tinha esquecido que o palace (sempre palace pra mim) é bom pra assistir show
- o maior problema dos fãs seguidores do los hermanos é que eles também são fãs daquela bandinha de nada, o Gram
- o rodrigo amarante é muito foda
- o marcelo camelo é foda
- acho que to mesmo quase apaixonada
- o show do los hermanos poderia ser uma declaração de amor muito foda
- o rodrigo amarante é muito foda
- meus dias foram salvos por frases da boca de uma pessoa em estado completamente alterado que não sabe como me fez feliz... ele é muito foda.
ah! o rodrigo amarante também é muito foda.
Quarta-feira, Setembro 21, 2005
eu tenho medo de mim mesma
frases das últimas semanas - ditas no trabalho:
1) "gosto de homem que tem, além dos itens de série, opcionais de fábrica"
2) "GENTE! o rapaz tem corpo de mulher!"
3) "Let there be love é a música mais Beatles do Oasis"
4) "Eu sou muito filha Dele!"
5) "O Eddie Vedder é um puta letrista"
6) "Lembra quando as pessoas escreviam cartas?"
7) "Sapatos Bicolores é rockabilli (como escreve essa merda?), é limpinho, é honesto e é bom pra cacete!"
8) "É oficial: sou mais ingênua com 28 do que era aos 16!"
9) "Ei, minha personalidade que é muito fraca e volátil ou meu nível de exigência que é alto, quase acima do saudável?"
10) "Preciso falar menos..."
11) "Nada não... tava dando conselho pra mim mesma..."
1) "gosto de homem que tem, além dos itens de série, opcionais de fábrica"
2) "GENTE! o rapaz tem corpo de mulher!"
3) "Let there be love é a música mais Beatles do Oasis"
4) "Eu sou muito filha Dele!"
5) "O Eddie Vedder é um puta letrista"
6) "Lembra quando as pessoas escreviam cartas?"
7) "Sapatos Bicolores é rockabilli (como escreve essa merda?), é limpinho, é honesto e é bom pra cacete!"
8) "É oficial: sou mais ingênua com 28 do que era aos 16!"
9) "Ei, minha personalidade que é muito fraca e volátil ou meu nível de exigência que é alto, quase acima do saudável?"
10) "Preciso falar menos..."
11) "Nada não... tava dando conselho pra mim mesma..."
Quarta-feira, Agosto 31, 2005
"when you´re stoned baby, and i´m drunk
and we make love, it seems a little desolate
it´s hard sometimes not to look away
and think whats the point
when i´m having to hold this fire down
i think i´ll explode, if I can´t feel this freely now"
and we make love, it seems a little desolate
it´s hard sometimes not to look away
and think whats the point
when i´m having to hold this fire down
i think i´ll explode, if I can´t feel this freely now"
Quinta-feira, Agosto 25, 2005
fui num showzinho ontem
eu fumei
é o excesso de cigarro
e a falta que você me faz principalmente nesses momentos
muita dor no peito hoje
é o excesso de cigarro
e a falta que você me faz principalmente nesses momentos
eu fumei
é o excesso de cigarro
e a falta que você me faz principalmente nesses momentos
muita dor no peito hoje
é o excesso de cigarro
e a falta que você me faz principalmente nesses momentos
Quinta-feira, Agosto 18, 2005
Segunda-feira, Julho 25, 2005
Domingo, Julho 24, 2005
porque é! mesmo! e sempre!
Mesmo Que Mude
(Bide ou Balde)
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer “alô”
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que é amor
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
(Bide ou Balde)
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer “alô”
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que é amor
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Terça-feira, Junho 28, 2005
Quinta-feira, Junho 16, 2005
"O amor sincero é um contrato sem condição. Um papel em branco que você assina."
Sr. Luiz, que namora há 70 anos a mesma Dona Rosinha, em entrevista a revista Trip de junho.
(tinha que furar a greve pra postar isso! é lindo!)
Sr. Luiz, que namora há 70 anos a mesma Dona Rosinha, em entrevista a revista Trip de junho.
(tinha que furar a greve pra postar isso! é lindo!)
Quarta-feira, Maio 18, 2005
eu adotei a sinceridade.
adotei a honestidade.
adotei o respeito.
adotei também a coragem, o peito aberto e - consequentemente - o medo.
(ter coragem dá um medo danado!)
eu me inspirei pelo texto que copiei abaixo. me inspirei demais até, talvez, "meibí".
mas vou em frente assim, até quem sabe eu voltar um dia qualquer à subjetividade, racionalização e solidão de outrora.
adotei a honestidade.
adotei o respeito.
adotei também a coragem, o peito aberto e - consequentemente - o medo.
(ter coragem dá um medo danado!)
eu me inspirei pelo texto que copiei abaixo. me inspirei demais até, talvez, "meibí".
mas vou em frente assim, até quem sabe eu voltar um dia qualquer à subjetividade, racionalização e solidão de outrora.
Sexta-feira, Maio 13, 2005
gente incrível II
Faz parte da minha personalidade não medir palavras. Isto é bom e é ruim. A maioria das pessoas conhece o lado ruim disso. Não meço palavras para dizer o quanto detestei um livro, por exemplo. Mas há um lado bom em não medir palavras. Quando gosto muito de alguém, digo. Não hesito em estender às pessoas queridas e admiráveis um tapete vermelho de palavras. Faz bem para mim e, tenho certeza, também faz bem para elas. Ou me engano?
Esta não é a regra no mundo. Repare como a gente vive medindo as palavras que usa até mesmo para elogiar. Ou eu deveria dizer sobretudo para elogiar. A nossa sociedade (este fantasma de sete bilhões de tentáculos) suprimiu as boas palavras e tentou impor uma sublimação dos sentimentos mais aflorados – bem ao estilo vitoriano, que se julgava morto. Eu posso amá-lo, mas não convém dizer. É triste.
Cá para nós, eu acho que o mundo seria muito melhor se não medíssemos as palavras para dizer o quanto amamos, admiramos, somos gratos e estimamos determinada pessoa. Que eu saiba, este tipo de agrado não tem contra-indicação. Ao menos eu jamais conheci alguém que se sentisse ofendido com palavras de afeto.
( ... )
Disse que jamais conheci alguém que se sentisse ofendido com palavras de afeto. Menti. Conheço, sim, várias pessoas que se sentem mais do que incomodadas. É como se as palavras de afeto as ferissem. Desvio de caráter, você há de julgar. Não. Acho que é um efeito de uma sociedade que privilegia as coisas palpáveis. A velha história do ter em detrimento do ser. As pessoas acabam se protegendo demais de possíveis aproveitadores. E, na obsessão, acabam por criar uma carapaça intransponível. É mais comum do que se imagina.
Veja se não é o caso das relações amorosas. Várias vezes me envolvi com mulheres que não diziam o que sentiam – ainda que sentissem. Do mesmo modo, há mulheres que não vêem com bons olhos o fato de o homem dizer que a ama ou que ao menos se importa muito com ela. As relações amorosas mudernas são marcadas por silêncios ou supressões da palavra que geralmente resultam em equívocos e ruína. A mim parece que há uma lógica aí.
(Paulo Polzonoff Jr )
- texto na integra neste link -
Esta não é a regra no mundo. Repare como a gente vive medindo as palavras que usa até mesmo para elogiar. Ou eu deveria dizer sobretudo para elogiar. A nossa sociedade (este fantasma de sete bilhões de tentáculos) suprimiu as boas palavras e tentou impor uma sublimação dos sentimentos mais aflorados – bem ao estilo vitoriano, que se julgava morto. Eu posso amá-lo, mas não convém dizer. É triste.
Cá para nós, eu acho que o mundo seria muito melhor se não medíssemos as palavras para dizer o quanto amamos, admiramos, somos gratos e estimamos determinada pessoa. Que eu saiba, este tipo de agrado não tem contra-indicação. Ao menos eu jamais conheci alguém que se sentisse ofendido com palavras de afeto.
( ... )
Disse que jamais conheci alguém que se sentisse ofendido com palavras de afeto. Menti. Conheço, sim, várias pessoas que se sentem mais do que incomodadas. É como se as palavras de afeto as ferissem. Desvio de caráter, você há de julgar. Não. Acho que é um efeito de uma sociedade que privilegia as coisas palpáveis. A velha história do ter em detrimento do ser. As pessoas acabam se protegendo demais de possíveis aproveitadores. E, na obsessão, acabam por criar uma carapaça intransponível. É mais comum do que se imagina.
Veja se não é o caso das relações amorosas. Várias vezes me envolvi com mulheres que não diziam o que sentiam – ainda que sentissem. Do mesmo modo, há mulheres que não vêem com bons olhos o fato de o homem dizer que a ama ou que ao menos se importa muito com ela. As relações amorosas mudernas são marcadas por silêncios ou supressões da palavra que geralmente resultam em equívocos e ruína. A mim parece que há uma lógica aí.
(Paulo Polzonoff Jr )
- texto na integra neste link -






